Segundo a lei brasileira os crimes não necessariamente merecem a mesma punição do que outros. Um homicídio (crime que consiste em tirar a vida de outrem) por exemplo, poderia ser caracterizado no mínimo de duas formas: Doloso (violação da lei, por ação ou omissão, com pleno conhecimento da criminalidade do que se está fazendo), ou Culposo (violação da lei resultante de forma involuntária, ou seja, homicídio involuntário)
Para mim esses tipos de considerações orientam-se por aquilo que é "certo" e o que é "errado". Um problema disso é que na prática esses termos são muito limitados em si mesmos. Talvez seja essa a explicação da complexidade da nossa legislação. O que pode ser certo para um não é para outro, o que é errado para um, pode não ser para o outro. É assim que os julgamentos se diferem, as opiniões se divergem e, por conseqüência, nem sempre entendemos que houve justiça. O senso de "relativismo" nos julgamentos está tão impregnado em nós, que nossas próprias atitudes tomam por base uma auto-justificaçã
A justiça brasileira considera o certo e o errado para julgar o "crime", mas o que Deus usa para julgar o "pecado"? Talvez esteja pensando que há uma semelhança com o que conhecemos de justiça, mas os parâmetros de Deus, segundo a Bíblia, são outros. Primeiramente para Deus só existe o "bem" e o "mal"! Ou é um, ou é o outro, para Ele não tem meio termo. Para o Senhor só existe duas sentenças, culpado ou justificado. Talvez você aguardava que eu dissesse "inocente", mas a Bíblia diz que essa pessoa não existe na face da terra. É por isso que o arrependimento é tão importante, é algo que vem de dentro para fora. É isso que Deus considera, e são por causa destes que Jesus Cristo morreu naquela cruz, para que pudessem ser justificados diante de Deus. Neste dia como vai ser para você, culpado ou justificado? Pense nisto.
Autor: Hagton Henrique - hagton@gmail.
Nenhum comentário:
Postar um comentário